quarta-feira, 22 de maio de 2019

Bens de uso comum: água e luz

1º SEMESTRE:

  • História em quadrinhos: Turma da Mônica em : "O Ciclo da Água".
  • Vídeo: O show da Luna, como a água vira chuva?

Consumo de água no mundo

O consumo de água no mundo obedece, de certo modo, às diferenciações socioeconômicas existentes entre os diversos territórios.

O consumo de água ocorre de maneira bastante desigual no mundo

consumo de água no mundo é um dos grandes temas em debate na atualidade. Em uma média total, a maior parte da utilização da água é realizada pela agricultura, que detém 70% do consumo; seguida pela indústria, que detém 22%; e pelo uso doméstico e comercial com 8%. No entanto, nos países subdesenvolvidos, essa média é diferente: a agricultura representa 82%; a indústria, 10%; e as residências, 8%. Nos países desenvolvidos, a relação dessas atividades com o consumo é de 59% para a indústria, 30% para a agricultura e 11% para o uso doméstico.
Por razões econômicas, estruturais e sociais, os países desenvolvidos consomem muito mais água do que os subdesenvolvidos e emergentes, tanto nas práticas econômicas quanto no uso direto individual. Para se ter uma ideia, em alguns países desenvolvidos, como nos Estados Unidos, uma pessoa consome em média 575 litros de água, enquanto em países subdesenvolvidos a maior parte dos habitantes convive com apenas 15 litros por dia, o que revela as grandes desigualdades econômicas e sociais existentes ao redor do globo.
É claro que, à medida que alguns países periféricos ou emergentes vão promovendo uma relativa melhoria de suas economias e também de suas estruturas sociais, o consumo de água vai se acentuando, o que também eleva a média global. Na tabela a seguir podemos conferir o crescimento do consumo de água no mundo:
Tabela com dados sobre o crescimento do consumo de água no mundo
Entre 1990 e 1950, o consumo passou de 580 para 1400 km³ anuais de água, o que representa um aumento de 2,4 vezes em um período de cinquenta anos. Nos cinquenta anos seguintes, o aumento foi de 2,8 vezes, saltando para 4000 km³/ano na virada do milênio. A ONU, seguindo esses dados e as tendências de consumo atuais, estima que, no ano de 2025, o consumo mundial de água será de 5200 km³/ano — uma alta de 1,3 vezes em um período de 25 anos.
Se realizarmos a divisão por país, poderemos notar que a maior parte dos maiores consumidores mundiais de água, como já frisamos, faz parte do grupo de nações economicamente desenvolvidas, com destaque para os Estados Unidos, cuja média de consumo por cidadão (per capita) é duas vezes maior do que o da Europa inteira. Registra-se também o papel dos países considerados emergentes. A seguir, uma lista comparativa:
Índice comparativo entre alguns países do consumo diário per capita de água
Existe, como podemo perceber, uma disparidade muito grande com relação ao consumo de água per capita, isto é, em relação à quantidade de habitantes em cada país. Muitas nações ficam abaixo do mínimo estipulado pela ONU, que é de 100 litros de água por dia, a exemplo da China que sofre com o seu elevado volume populacional em uma área em grande parte composta por desertos. Existem, inclusive, muitas áreas com estresse hídrico – quando o consumo de água é superior à capacidade de renovação local –, tais como alguns países do Oriente Médio, a Índia e até algumas regiões brasileiras.

  • Conversa sobre o texto:
  • Onde e para que utilizamos água?
  • Onde podemos economizar água?
  • Somos consumidores conscientes?
  • Qual a importância da água para a humanidade?


terça-feira, 21 de maio de 2019

A poluição das águas no nosso planeta

1º SEMESTRE:


  • Vídeo: Turma da Mônica em "Economizar água".

    • Análise da conta de água: medidas de volume de água mensal consumida, valor do imposto pago sobre o consumo de água, cálculo do volume de água per capita consumido em cada família, construção de gráfico demonstrativo do consumo de água per capita;

      Planeta água

      2º SEMESTRE:

      • Vídeo: Planeta água (www.portaldoprofessor.mec.gov.br);
      • Produção de uma música (poesia, paródia,...) sobre o consumo consciente da água;
      • Filme: H2O o defensor das águas.

      segunda-feira, 20 de maio de 2019

      Energia Elétrica

      2º SEMESTRE:

      • Vídeo: De onde vem a energia elétrica? (www.portaldoprofesor.mec.gov.br);


      Roda de conversa:
      • Onde e para que utilizamos energia elétrica? 
      • Qual é a sua importância no desenvolvimento da sociedade? 
      • Como era a vida sem a energia elétrica?
      • Análise e estudo da conta de energia elétrica: relacionar consumo (kw/h) valor a pagar, valor do imposto pago sobre o consumo de luz, cálculo da quantidade de kw/h per capita por família, construção de gráfico demonstrativo do consumo de luz per capita em cada família.

      sexta-feira, 17 de maio de 2019

      Energia, fontes e tipos

      2º SEMESTRE:

      Leitura e discussão do texto: Energia, fontes e tipos, disponível no site: https://mundoeducacao.bol.uol.com.br/geografia/fontes-energia-1.htm

      Fontes de Energia

      As fontes de energia podem ser classificadas como renováveis ou não renováveis.

      No Brasil as principais energias utilizadas são: Petróleo, hidrelétrica, carvão mineral e biocombustíveis.
      • Petróleo: a partir desse minério fóssil são processados vários subprodutos utilizados como fonte de energia como a gasolina, óleo diesel, querosene, além de gerar eletricidade nas usinas termoelétricas.
      • Energia hidrelétrica: produz energia elétrica em usinas hidrelétricas, gerada a partir da movimentação de turbinas impulsionadas por água de rios acumulados em barragens.
      • Carvão Mineral: esse minério oferece calor para os grandes fornos contidos nas indústrias siderúrgicas e contribui para geração de eletricidade nas usinas termelétricas.
      • Biocombustíveis: correspondem, por exemplo, ao álcool e o biodiesel, sendo o primeiro um dos principais, seu uso é bastante difundido no Brasil como combustível em veículos automotores, utilização iniciada na década de 70.
      Outras não citadas fazem parte de fontes de energia, o gás natural, energia nuclear, xisto betuminoso, lenha, carvão vegetal e energia solar.
      Os seres humanos, para o desenvolvimento de suas atividades, necessitam efetivamente dos recursos naturais, as fontes energéticas não são diferentes, dessa forma elas podem ser classificadas em dois tipos: fontes renováveis e não-renováveis.
      A primeira corresponde a todo recurso que tem a capacidade de se refazer ou não é limitada, nessas destacam os biocombustíveis, hidrelétricas, energia solar, eólica entre outras. No entanto, esses tipos de fontes de energia não são isentos de provocar impactos na natureza, os biocombustíveis produzem devastação ambiental no desenvolvimento de culturas que servem de matérias-primas tais como a cana-de-açúcar, eucalipto, mamona entre outros, para o cultivo dessas são necessárias imensas propriedades rurais, denominadas de monoculturas, essa prática retira as coberturas vegetais, sem contar o uso de insumos agrícolas (fertilizantes, inseticidas, herbicidas entre outras).
      No caso das hidrelétricas os problemas na geração de energia estão na construção das usinas, pois é necessário represar uma grande quantidade de água cobrindo imensas áreas de florestas, dessa forma coloca em risco a fauna e a flora, além da emissão de gases provenientes da decomposição de animais e vegetais contidos no fundo das represas. As energias solar e eólica produzem impactos quase insignificantes e são pouco utilizadas no Brasil.
      As fontes não-renováveis correspondem a todo recurso natural que não tem capacidade de se renovar ou refazer, ou seja, que podem acabar (finitos). Dentre os recursos finitos com previsões para esgotar totalmente em pequeno, médio e longo prazo estão o petróleo, carvão, urânio, xisto e muitos outros.
      Os recursos energéticos classificados como não-renováveis geralmente produzem poluentes superiores aos renováveis. Os impactos podem surgir a partir da emissão de gases dos veículos automotores, vazamentos em oleodutos, vazamentos de navios petroleiros e muitos outros.
      • Construção de placas com frases de conscientização para usar na escola (ao sair apague as luzes,...).